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CRÍTICA EM SÉRIE: "Black Panther", por Hugo Simões




Finalmente chegou esta análise que deveria ser ter sido feita a 1 mês atrás porém eu achei que tinha feito e depois não fiz, mas enfim a minha vida é coisa de malucos.

Black Panther é o 18º filme do universo cinemático da Marvel (MCU) e conta a história do rei T’Challa, o soberano da nação de Wakanda, um país africano que desde tempo imemoriais explora uma quantidade massiva de vibranium que é um metal de extrema importancia do universo Marvel, e tornando-se assim o país tecnologicamente mais avançado e rico do mundo, porém, para se protegerem da cobiça dos homens, mascaram-se de um país de terceiro mundo. Wakanda é dividido por tribos e o título de Pantera Negra é dado ao líder da tribo das Panteras que por sua vez é o líder de todas as tribos e isto dá-lhe acesso a uma planta que quando ingerida lhe dá o kit básico de super poderes (força, agilidade, velocidade, sentidos aprimorados etc) e juntamente com uma armadura altamente tecnológica torna o Black Panther um guerreiro poderoso e um herói de classe AAA da Marvel.

E agora temos em mãos um recorde de bilheteira, mas o que torna este filme tão especial? Bem aqui temos a explicação para nerds e para o resto dos comuns mortais. o Black Panther é um herói muito bom com o qual a Marvel fez um excelente trabalho na Guerra Civil no que diz respeito na sua apresentação ao MCU, seguido vierem uns trailers com uns visuais incríveis que foram comprovados no filme principalmente no que diz respeito de misturar a cultura africana com tecnologia futurista, o que foi muito bem conseguido, e por fim temos o vilão, Killmonger, certamente desconhecido fora do círculo de fãs de Black Panther porém é um vilão realista que apelou ao público e aparentemente quebrando a maldição dos vilões do MCU do qual nada se aproveita depois do Loki (porém vejam os vilões da Marvel/Netflix particularmente o Kingpin e o Killgrave).

De seguida temos a explicação do comum dos mortais, é um super herói negro, com um elenco quase na totalidade negro a excepção de um par de personagens sobre um país e cultura africana com uma equipa técnica negra e isto apelou ao público emergente. Tendo sido diagnosticado com nerdice aguda à nascença acho um disparate quererem politicar filmes de super heróis, mas hey, desde que façam mais filmes com esta qualidade estejam a vontade.

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